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Trump defende fim do ‘jus soli’ em audiência na Suprema Corte e afirma que EUA são “único país estúpido” a ter cidadania por nascimento

Donald Trump, presidente dos EUA.

O presidente Donald Trump participou nesta quarta-feira (1º) de uma audiência na Suprema Corte dos Estados Unidos para defender o fim da cidadania automática por direito de nascimento, o chamado jus soli. A medida, prevista na 14ª Emenda da Constituição americana, concede cidadania a qualquer pessoa nascida em solo dos EUA, independentemente da nacionalidade dos pais.

Horas antes da sessão, Trump publicou um comentário em sua rede social, a Truth Social, criticando duramente a regra:
We are the only Country in the World STUPID enough to allow ‘Birthright’ Citizenship!” — Donald J. Trump, 1º de abril de 2026.
A declaração, porém, não encontra respaldo nos fatos. Dezenas de países adotam o jus soli, especialmente nas Américas, entre eles Canadá, Brasil, Argentina, México, Peru, Chile e Uruguai. Na Europa, a prática também existe, embora muitas vezes com restrições, como em Portugal, onde é exigido que os pais residam legalmente no país.

O modelo defendido por Trump é o jus sanguinis, no qual a cidadania é transmitida por descendência e não pelo local de nascimento, sistema adotado pela maioria das nações do mundo. O desfecho do caso na Suprema Corte pode representar uma mudança histórica na interpretação da 14ª Emenda, em vigor há mais de 150 anos.

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